Videoconferência da FAO busca identificação de recursos florestais no Brasil

Videoconferência da FAO busca identificação de recursos florestais no Brasil

  • Publicado: Terça, 09 de Junho de 2020, 14h16
  • Última atualização em Segunda, 13 de Julho de 2020, 12h52

Com o apoio do Serviço Florestal Brasileiro, 120 participantes colaboraram no levantamento de informações para o FRA2020

2020 06 09 Reuniao FRA Miolo

O Serviço Florestal Brasileiro apoiou reunião organizada pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), para tratativas sobre informações florestais para o FRA 2020. O evento, que seria presencial e ocorreria na cidade de Natal, aconteceu por videoconferência entre os dias 1º a 5 de junho e teve a adesão de 120 inscritos representando universidades, órgãos federais, estaduais e regionais do setor florestal. Os inscritos eram especialistas de todas as regiões do Brasil, sendo 87% com pós-graduação.

O objetivo do encontro virtual foi dar continuidade aos trabalhos iniciados no primeiro workshop, que ocorreu em maio de 2019, nas instalações do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) em Belém (PA), para levantamento dos recursos florestais do Brasil para o Relatório de Avaliação Global dos Recursos Florestais (FRA 2020), produzido pela FAO.

Nesse encontro foi definida uma coleta de dados em 50 mil pontos no Brasil, a descrição do que é floresta, o que não é floresta, o que são terras arborizadas e todas as classificações para identificar os recursos florestais que fazem parte do relatório. Contudo, a partir desse levantamento, serão feitas estatísticas globais, uma vez que cada país tem a sua estatística própria.

Segundo o diretor de Pesquisa e Informações Florestais do Serviço Florestal Brasileiro, Humberto Navarro, que participou de todo o evento, “esta iniciativa colaborativa com diversos atores, que conhecem as florestas brasileiras, proporcionará em nível global a contribuição da segunda maior área de floresta do mundo para gerar uma estatística mundial de recursos florestais”.

Durante uma semana, os participantes tiveram a oportunidade de entender mais detalhadamente a metodologia empregada na identificação dos recursos florestais e como são realizadas as coletas de pontos. Após essa etapa, o momento foi de cada pessoa identificar e conferir se ocorreu mudança ou não, bem como o tipo de floresta, sendo: floresta plantada, natural, manguezal, entre outros. Foi uma semana intensa que culminou na coleta de 10.000 pontos e nos próximos meses chegará à cobertura total do país.

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