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Brasília, 22 de Fevereiro de 2017

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Ensino e Pesquisa Florestal

Pesquisa Florestal

Os principais centros de pesquisa na área florestal com financiamento público identificados no país são:

#Museu Paraense Emílio Goeldi - MPEG - Belém/PA

O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) foi fundado em 1866 pelo naturalista Domingos Soares Ferreira Penna e é a mais antiga instituição científica da Amazônia e segundo maior museu de história natural do Brasil. Localizado em Belém do Pará, passou a ser administrado pelo governo federal em 1955 e é vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia.
A instituição tem suas atividades distribuídas entre pesquisa, comunicação científica e formação de recursos humanos. As linhas de pesquisa estão organizadas em quatro coordenações: Ciências da Terra e Ecologia, Botânica, Zoologia e Ciências Humanas (Antropologia, Arqueologia e Linguística Indígena).
 

#Laboratório de Produtos Florestais - LPF - Brasília/DF

O Laboratório de Produtos Florestais (LPF) é um Centro Especializado do Serviço Florestal Brasileiro que vem atuando, desde 1973, na área de tecnologia de madeira e outros produtos florestais, gerando e transferindo conhecimento capaz de contribuir para o desenvolvimento sustentável no setor florestal. As linhas de pesquisa do LPF são:
Linha 1. Caracterização Tecnológica de Produtos Florestais
Linha 2. Energia e Mudanças Climáticas
Linha 3. Utilização de Produtos Florestais
Linha 4. Aproveitamento de Resíduos Produtos Agroflorestais e Meio Ambiente.
 

#Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT - São Paulo/SP

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo é vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo e conta com o Centro de Tecnologia de Recursos Florestais (CT-Floresta), que dispõe de laboratórios especializados na área de tecnologia da madeira. O CT-Floresta tem como missão produzir e transferir tecnologias para a cadeia produtiva da madeira e contribuir para a elaboração de políticas públicas, com vistas à produção florestal ambientalmente correta, economicamente viável e socialmente justa, fornecendo excelência no aproveitamento da madeira e seus subprodutos. As linhas de pesquisa do IPT na área florestal são:
Papel e celulose,
Árvores urbanas
Florestas e cadeia produtiva da madeira - tecnologias sustentáveis
Madeira e produtos derivados;
Móveis
Proteção da madeira (Preservação e biodeterioração)

#Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA - Manaus/AM

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) - ao longo dos anos, vem realizando estudos científicos do meio físico e das condições de vida da região amazônica para promover o bem-estar humano e o desenvolvimento socioeconômico regional. Atualmente, o INPA é referência mundial em Biologia Tropical.
As linhas de pesquisa do INPA na área florestal estão divididas nas áreas de concentração em MANEJO FLORESTAL (Ecologia e Fisiologia Florestal, Manejo da Floresta Amazônica e Manejo de Solos Florestais da Amazônia) e SILVICULTURA (Recursos Genéticos e Melhoramento de Espécies Nativas da Amazônia, Silvicultura Tropical e Sistemas Agroflorestais e Recuperação de Áreas Degradada).  

# Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foi criada em 1973. Sua missão é viabilizar soluções para o desenvolvimento sustentável do espaço rural A Embrapa dispõe de centros de pesquisa especializados, dentre estes, são centros de pesquisa voltados para a área florestal a Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Florestas e Embrapa Rondônia

 

# Quantidade de profissionais nos principais centros de pesquisa no Brasil 
 

Abaixo seguem informações sobre os profissionais nos principais centros de pesquisa brasileiros, financiados com recursos públicos e que trabalham com temas temas florestais, excluindo as universidades.

Número de Profissionais nos Centros de Pesquisa por Grau de Formação e Gênero.
(Série 2005, 2010 e 2015)




Número de Profissionais nos Centros de Pesquisa por Grau de Formação e Gênero, em 2015. 




Evolução do Número de Profissionais nos Centros de Pesquisa - Temas florestais. 
(Série 2005, 2010 e 2015)


Fonte: Contato direto com os Centros de Pesquisa.
Data da atualização: 15/02/2016 
 




Investimento em Pesquisa Florestal no Brasil

#2016 

Seguem informações sobre investimento em Pesquisa Florestal no Brasil, com dados disponibilizados pelo CNPq. Os valores investidos se referem ao pagamento de bolsas e auxílios na área de Engenharia Florestal e Recursos Florestais, desde o ano de 2000.

As modalidades de fomento à pesquisa do CNPq são as seguintes: (1)Aperfeiçoamento Atividade de Pesquisa, (2)Aperfeiçoamento no Exterior, (3)Apoio à Difusão do Conhecimento, (4)Apoio a Núcleos de Excelência,  (5)Apoio a Publicações Científicas,  (6)Apoio Técnico à Pesquisa, (7)Apoio Técnico em Extensão no País, (8)Atração de Jovens Talentos, (9)Auxílio a Pesquisa, (10)Auxílio Pesquisador Visitante, (11)Auxílio Projeto Conjunto de Pesquisa, (12)Bolsa de Treinamento no País (Especialização), (13)Bolsa Especialista Visitante, (14)Bolsa Treinamento no Exterior, (15)Bolsa Treinamento no País, (16)Desenvolvimento Científico Regional, (17)Desenvolvimento Tecnológico Industrial, (18)Doutorado, (19)Doutorado no Exterior, (20)Doutorado Sanduíche Empresarial, (21)Doutorado Sanduíche no Exterior, (22)Especialista Visitante, (23)Estágio Sênior no Exterior, (24)Extensão no País, (25)Fixação de Recursos Humanos, (26)Graduação Sanduíche no Exterior, (27)Iniciação ao Extensionismo, (28)Iniciação Científica, (29)Iniciação Científica Júnior, (30)Iniciação Científica/PIBIC, (31)Iniciação Tecnológica Industrial, (32)Iniciação Tecnológica/PIBITI, (33)Mestrado, (34)Participação em Eventos Científicos, (35)Pesquisador Visitante, (36)Pesquisador Visitante Especial, (37)Pesquisador Visitante FIOCRUZ Júnior, (38)Pós-Doutorado, (39)Pós-Doutorado Empresarial, (40)Pós-Doutorado Júnior, (41)Pós-Doutorado no Exterior, (42)Pós-Doutorado Sênior, (43)Produtividade Desen. Tec. e Extensão Inovadora, (44)Produtividade em Pesquisa, (45)Promoção de Eventos Científicos e (46)Recém-Doutor. 
 

 
 

Investimento em pesquisa na área florestal - CNPq (2000 - 2016)
Ano  Valor (R$)
2000 R$ 3.369.258
2001 R$ 4.907.476
2002 R$ 6.550.643
2003 R$ 5.142.463
2004 R$ 6.665.154
2005 R$ 6.150.535
2006 R$ 9.020.152
2007 R$ 9.050.166
2008 R$ 9.708.257
2009 R$ 11.972.826
2010 R$ 16.767.975
2011 R$ 15.698.898
2012 R$ 16.710.215
2013 R$ 18.441.561
2014 R$ 21.976.347
2015 R$ 18.563.320
2016* R$ 7.225.650

*Até Abril/2016

Para acesso ao site do CNPq, clique aqui (Dados Consolidados).  

Fonte: CNPq
Data de atualização: 17/05/2016

 

#2010

Seguem os dados sobre investimentos na área florestal, no ano de 2010:

Gênero Doutor Mestre Pós-Doutor Total
Número de pesquisadores por sexo e titulação, com projetos de pesquisa financiados pelo CNPq
Feminino   24   6 30
Masculino 75 2 24 101
Total 99 2 30 131
         

No que se refere ao perfil dos pesquisadores, com projetos de pesquisa financiados pelo CNPq, no ano de 2010, há uma predominância de pesquisadores do sexo masculino e doutores. O mesmo perfil de pesquisador é observado nos principais centros de pesquisa que atuam na área de recursos florestais.
Em 2010, o CNPq apoiou 142 projetos de pesquisa na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com um montante de R$ 7.388.398,00 investidos no país. O Brasil também recebeu investimentos de organizações internacionais. A Organização Internacional de Madeiras Tropicais _ OIMT apoia sete projetos de pesquisa no país com o montante de US$ 4.447.283,05. Veja abaixo lista com os projetos de pesquisa que receberam investimento em 2010.

O CNPq investiu ainda, em 2010, R$ 7.260.731,00 em fomento à pesquisa na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal. A linha de pesquisa que mais concentrou investimento foi a de Conservação da Natureza (33%), seguida por Manejo Florestal (24%), Silvicultura e Tecnologia e Utilização de Produtos Florestais (17%).


Porcentagem de investimento por linha de pesquisa em 2010

Fonte: CNPq

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