Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Prêmio SFB de Economia e Mercado Florestal > Informações Florestais > Prêmio SFB em Estudos de Economia e Mercado Florestal > Monografias - II Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal
Início do conteúdo da página

Monografias - II Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal

Última atualização em Quarta, 09 de Novembro de 2016, 16h04

A segunda edição do Prêmio em Estudos de Economia e Mercado Florestal teve 26 inscrições,de trabalhos nas categorias Estudante, Profissional e Estudo de Caso. O II Prêmio em Estudos de Economia e Mercado Florestal é uma realização do Serviço Florestal Brasileiro, órgão vinculado ao MMA, e tem como objetivo de fomentar o debate econômico sobre o uso produtivo e sustentável das florestas. A ação é realizada em parceria Esaf e apoio da CNI.

Neste ano, a vencedora, na categoria Graduando, foi Nayra Davi Gondim (1º lugar). Na categoria Profissional, os vencedores foram: Fagno Tavares de Oliveira (1º lugar), Diego Armando Silva da Silva (2º lugar), Zenóbio Abel Gouvea Perelli da Gama e Silva (3º lugar) e Fernanda Paim Gomes (menção honrosa). 

Confira os trabalhos vencedores desta segunda edição:

Autor: Fagno Tavares De Oliveira
Subtema: Concessões Florestais
Resumo: As Florestas Nacionais no Brasil visam possibilitar o uso múltiplo dos recursos naturais mediante manejo florestal. O ecoturismo é um serviço do manejo florestal e sua realização é permitida, quando prevista no plano de manejo, observando também as Leis nº 9.985/2000 e nº 11.284/2006. Na presente pesquisa foram realizados: 1) Avaliação do ecoturismo nos processos de concessão florestal e os fatores que influenciam seu desenvolvimento e 2) Valoração econômica do potencial ecoturístico de um espaço protegido e sua extrapolação para uma Floresta Nacional na Amazônia. Para tanto, na avaliação do ecoturismo foram analisados os instrumentos jurídicos para a exploração ecoturística, os contratos de concessão florestal de 2010 da Floresta Nacional Saracá-Taquera, Pará, e identificados fatores internos e externos da concessão florestal mediante análise SWOT. Para a valoração econômica foram utilizados os métodos Custo de Viagem (MCV) e Valoração Contingente (MVC) para estimar o valor econômico de um ambiente natural por meio do seu uso para fins turísticos ou conservação. Estes métodos serviram para estimar o valor de uso turístico de Alter do Chão em Santarém, no oeste do estado do Pará, por meio de entrevistas realizadas com turistas que frequentam o atrativo. Os resultados foram extrapolados para a Floresta Nacional Saracá-Taquera, localizada na mesma região, para fins de planejamento e apoio ao desenvolvimento da concessão do serviço florestal de ecoturismo. Os contratos analisados são voltados para a exploração madeireira, mas possibilitam a exploração ecoturística aos concessionários. Contudo, os contratos possuem equívocos, pois não definem parâmetros de execução, fiscalização e monitoramento do ecoturismo e não considera a legislação que regula a atividade turística no país. As ausências de estudos de mercado, de viabilidade econômica e de planejamento da atividade limitam a realização deste tipo de concessão. O plano de manejo foi considerado a melhor ferramenta por orientar o uso da área e limitar ações que poderiam causar perdas à biodiversidade. O ecoturismo foi avaliado como a principal oportunidade na geração de emprego e renda local e sua concessão foi bem aceita pelos especialistas. Porém, para a realização da concessão do serviço florestal de ecoturismo são necessários investimentos por parte das instituições responsáveis pela gestão florestal no país. Na análise de valoração econômica, Alter do Chão atrai turistas motivados pela sua beleza natural (72,3%), a maioria possui renda familiar entre cinco a quinze salários mínimos (54%) e com grau superior de escolaridade (76,5%). O valor do uso turístico de Alter do Chão estimado pelo MCV foi de R$ 2.029.264,25 e pelo MVC de R$ 42.546,75 por semestre para fins turísticos a serem revestidos na conservação do bem natural. Os valores podem estar subestimados em parte pela ausência de registro do número anual de visitantes. Os resultados mostram que o desenvolvimento do ecoturismo nos espaços protegidos é uma alternativa para a valorização das áreas protegidas e importante fonte de financiamento para conservação da natureza. O estabelecimento das concessões florestais para exploração de atividades turísticas é um dos grandes desafios na gestão florestal no país.
Idade: 31
Universidade que cursou: Universidade de Brasília
Formação: Doutorado
Área: Ciências Florestais

monografia

Autor: Diego Armando Silva da Silva
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: O planejamento de exploração madeireira em florestas inequiâneas, é determinado de tal forma que parte da floresta é dividida em uma Unidade de Produção Anual (UPA), e esta, por sua vez, em Unidades de Trabalho (UTs). Entretanto, em algumas áreas de manejo florestal comunitário na Amazônia, é estabelecida uma única unidade de produção e as outras unidades acabam sendo estabelecidas em áreas próximas não pertencente a comunidade, o que dificulta o seu manejo. Dessa forma, as unidades de produção são colhidas em um só ano, proporcionando a renda madeireira apenas nesse período. A renda madeireira de uma só vez, ou seja, não atende o princípio de estabilidade da renda. Isto se torna um problema para o produtor, pois muitos deles enfrentam dificuldades de gestão dos recursos econômicos oriundos do plano de manejo comunitário, muitas vezes gastando ou investindo em recursos que não permite seu crescimento socioeconômico. Nesse sentido, esta dissertação foi desenvolvida com objetivo de mostrar alternativas de regulação florestal em uma área sob regime de manejo comunitário na Amazônia, sendo esta pesquisa estruturada em dois capítulos. O primeiro capítulo visa propor uma metodologia de estratificação por produção e renda em uma área sob manejo florestal comunitário. A estratificação volumétrica proporcionou identificar áreas de maior ou menor produção, dessa forma o manejador poderá realizar um planejamento tático melhor, como por exemplo a determinação de números de trabalhadores, número de equipes, maquinário entre outras variáveis. Já a estratificação por renda será útil no planejamento estratégico, em que o manejador florestal poderá tomar a decisão de explorar as unidades de produção ao longo do horizonte de planejamento e, consequentemente, permitir estabilidade de renda anual. Além disso, essa estratificação foi utilizada no modelo de otimização proposto no capítulo 2, exercendo uma forte influência nesse modelo, pois foi possível identificar porque certa unidade foi alocada em determinado ano do horizonte de planejamento. Assim, a estratificação por volume e renda são úteis no capítulo 2, cujo o objetivo foi simular nova dinâmica de colheita na área de manejo, propondo um novo compartimento da unidade de manejo a partir de um modelo de programação inteira. Nesse sentido, aliar o desenvolvimento socioeconômico e ambiental, proporcionado pelo manejo florestal, com técnicas de gerenciamento, é uma excelente alternativa para o planejamento florestal nas áreas de manejo comunitário na Amazônia.
Idade: 25
Universidade que cursou: Universidade Federal do Espírito Santo
Graduação: Mestrado
Área: Manejo Florestal

monografia
 

Autor: Zenobio Abel Gouvea Perelli da Gama e Silva
Subtema: Concessões Florestais
Resumo: Este estudo aborda a produção madeireira, de forma racional, na região da Amazônia. O seu objetivo principal foi, ao gerar informações econômicas sobre o manejo florestal sustentável, colaborar na formulação de políticas voltadas a fomentar, sob a forma de concessão de florestas públicas, o uso desses recursos naturais nessa região. Para tal, foi adotada como área de estudo as florestas localizadas no Estado do Acre. Os dados que subsidiaram essa pesquisa foram obtidos em entrevistadas com os proprietários de serrarias que atuavam nesse estado, em 2008. O método adotado permitiu identificar a área florestal para atender às solicitações das serrarias locais quanto à demanda por madeira em tora, o raio econômico (distância máxima econômica floresta-serraria). Os resultados obtidos permitiram inferir que: (1) A demanda por terra, na forma de concessão florestal, a partir do setor madeireiro acriano, se adotando o MFS como sua fonte de madeira em tora, é de cerca de 800 mil hectares, caso um grupo de 60 serrarias atuassem na região; (2) O custo incremental para a madeira em tora, explorada em área manejada, é na ordem de 126 % maior que o custo dessa tora, caso explorada em terras conversão; (3) Considerando-se a produção de madeira serrada e custos de comercialização, bem como o seu preço de venda, é possível afirmar que 282 km é a distância econômica limite entre uma floresta, sob a forma de concessão florestal, e o pátio da serraria, no setor madeireiro acriano e (4) Usando os conceitos do valor esperado terra, tem-se que só é possível, em termos econômicos, para um detentor de uma concessão florestal realizar o MFS nessa área e vender a madeira em tora, entregue no pátio de serraria, e ganhar uma taxa de juros de 6% a.a., neste processo, se a distância da sua floresta para o pátio da serraria for inferior a 125 km.
Idade: 58
Universidade que cursou: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Formação: Doutorado
Área: Engenharia Florestal

monografia

Autor: Fernanda Paim Gomes
Subtema: Tendências de Médio e Longo Prazo para O Setor De Florestas Plantadas
Resumo: O Brasil possui, aproximadamente, 500 milhões de hectares cobertos de florestas naturais e plantadas, o que equivale a 60% do território. Em sua extensão, abriga a maior biodiversidade do planeta e figura como um dos maiores produtores e consumidores dos produtos florestais, especialmente os produtos madeireiros. A atividade de base florestal no Brasil contribui de forma significativa para a economia, no que tange à geração de empregos (diretos e indiretos), recolhimento de impostos, participação no Produto Interno Bruto (PIB) e montante de exportações. Diante desse quadro, o setor se depara hoje com o descompasso entre expansão da demanda por produtos madeireiros e a oferta destes. A escassez de florestas nativas, a pressão dos órgãos internacionais, os efeitos prejudiciais ao meio ambiente e a preocupação quanto ao atendimento das necessidades das futuras gerações evidenciam a tendência de um redirecionamento do setor florestal no sentido de um desenvolvimento economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto. Este estudo tem como objetivo identificar quais as possíveis pressões ou nível de demanda de madeira (nativa e plantada) que o crescimento da economia brasileira pode gerar na próxima década, considerando-se a atual tecnologia ou mesmo novas tecnologias. Para tanto, utilizou-se a ferramenta de Insumo-Produto, desagregada em seus setores de base florestal, com vistas a examinar a estrutura produtiva do setor e as relações com os demais setores da economia. Em seguida, realizaram-se simulações sobre o crescimento da economia brasileira e da internacional, em dois cenários: otimista e pessimista, com crescimento de 4,04% e 2,02% ao ano da demanda final, respectivamente. Os resultados apontaram para a necessidade de aumento de áreas plantadas de 35% e 22%, para os cenários otimista e pessimista (nessa ordem), com incremento tecnológico ao longo da próxima década.
Idade: 27
Universidade que cursou: Universidade Federal de Santa Catarina
Formação: Mestrado
Área: Economia

monografia
 

Autor: Nayra Davi Gondim
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: As sementes florestais brasileiras são produtos florestais não madeireiros muito utilizados na produção de artesanato, principalmente na confecção de biojóias, sendo que, nos últimos anos esse tipo de produto passou a ser disponibilizado em websites, na internet. Desta forma, o objetivo desta pesquisa é realizar o levantamento do perfil do comércio virtual de biojóias, de modo a subsidiar os empreendedores do setor, incluindo-se potenciais empresas, artesãos, associações e cooperativas, para a elaboração de plano de negócios. Foram realizadas pesquisas, nos anos de 2013 e primeiro trimestre de 2014, em websites da rede mundial de computadores, utilizando-se de artigos, livros e outros materiais científicos referentes ao comércio e às biojóias, de modo geral. Na avaliação e classificação do comércio com relação à modalidade do produto (biojóia artesanal e biojoalheria), foram identificados 32 sites, onde a modalidade biojoalheria foi a de maior ocorrência entre eles (93%). Já para a identificação e caracterização das espécies florestais mais utilizadas no comércio virtual de biojóias, foram encontrados 26 sites que apresentaram informações para a identificação da matéria prima utilizada, totalizando 121 espécies, identificadas pelo nome vulgar. A família botânica de maior incidência foi a família das palmeiras (Arecaceae), correspondendo a 30% do total, e as espécies mais comercializadas foram: açaí, jarina, coco e jupati, respectivamente, (8,2%); (6,3%); (5,2%); (4,9%). Para a caracterização dos produtos de acordo com o tipo, o aspecto e o preço, o tipo que mais apareceu entre todos os 26 sites, nos quais o critério preço encontrava-se disponibilizado, foram os colares classificados como pertencentes ao aspecto popular, com um total de 456 peças, já pra o critério preço, o tipo colar pertencente ao aspecto especializado foi o que apresentou o maior valor, com uma média de R$ 91,81/peça. Para a descrição dos serviços adicionais oferecidos pelos sites, foram encontradas informações referentes às embalagens, estrutura do site (exclusividade), serviço de entrega, brinde, informações sobre a origem, espécie, marketing ecológico e âmbito do comércio, embora nem todos os sites tenham apresentado todos os itens. Os demais serviços como troca e garantia, não foram constatados em nenhum dos sites avaliados. Desta forma, com os resultados levantados, espera-se apresentar uma classificação para definir as biojóias, e uma análise do setor, que sirva como uma base de orientação, para o público em geral, e especialmente, para quem utiliza e comercializa este tipo de produto.

Idade: 23
Universidade que cursou: Universidade Federal do Acre
Formação: Bacharel
Área: Engenharia Florestal

monografia

 

 

Confira as demais monografias que disputaram o prêmio, por ordem de inscrição:

 

Estudo de Casos

Autor: Hernon José Ferreira
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: O presente estudo de caso da Indústria de Base Florestal tem por objetivo experimentar a aplicação prática dos conhecimentos abordados nas aulas de MBA e disseminados pelo Project Management Institute – PMI. Trata-se de um plano de projeto completo, isto é, incluindo o termo de abertura, declaração de escopo, os oito planos básicos de gerenciamento (Escopo, Tempo, Custos, Qualidade, Recursos Humanos, Comunicações, Riscos e Aquisições). O Plano de projeto (monografia) será elaborado com dados reais de um projeto de reflorestamento na fazenda Coronel Delfino que se encontra arrendada para Unidade Florestal do Grupo Eucatex por 14 anos localizada no município de Anhembi no estado de São Paulo, denominado: “Análise dos impactos econômicos, ambientais e sociais causados pela ausência de tecnologias de conservação de solo e da água no gerenciamento de um projeto de reflorestamento”. A escolha desse case para elaborar a monografia deve-se ao fato de enquadrar-se perfeitamente na definição de um projeto, pois o desenvolvimento desse estudo de caso permitirá ganhos consideráveis econômicos, ambientais e sociais na gestão e manejo dos novos projetos de reflorestamento a serem realizados pelo grupo Eucatex no estado de São Paulo atendendo às expectativas do Sponsor e demais Stakeholders. Ele ainda conta com escassos recursos financeiros e demandará o apoio de consultores e da equipe florestal do grupo para implantação do mesmo dentro do prazo estipulado. As novas técnicas a serem adotadas de conservação de solo e água irão permitir aumentar a produtividade das florestas plantadas com eucaliptos com ganhos ambientais, sociais e econômicos, visto que, irá proteger os solos e aumentar a recarga dos recursos hídricos onde o reflorestamento será manejado durante os ciclos da cultura. Implicará em maior oferta de água para o consumo nas comunidades ribeirinhas localizadas próximas ao projeto. Acreditamos que as técnicas adotadas poderão ser aplicadas por outras empresas do setor no manejo florestal da cultura de eucaliptos com ganhos consideráveis ambientais e econômicos. Trata-se de um case para se fazer benchmark.
Idade: 51
Universidade que cursou: Fundação Getúlio Vargas – Campinas
Formação: MBA 
Área: Gerenciamento de Projetos

Monografia | Resumo
 

 

Categoria Profissional

Autor: Gustavo Romeiro Mainardes Pinto
Subtema: Quadro Atual e Propostas para o Setor de Florestas Nativas
Resumo: O presente trabalho apresenta um panorama do estado de conservação das florestas que compõem o Bioma Mata Atlântica, as consequências da legislação em vigor e as propostas para sua necessária adequação, que deve criar uma política florestal para o Brasil. São apresentados os princípios necessários às medidas que garantam o controle oficial, mas que tornem o manejo florestal e as agroflorestas, usos do solo que sejam tão ou mais rentáveis do que a agropecuária convencional. Essa atribuição de valor à biodiversidade da floresta atlântica, e dos demais ecossistemas brasileiros, a partir de sua utilização sustentável, se configura como a principal condição para garantir a manutenção e o incremento da biodiversidade nativa no País, bem como criar novas cadeias produtivas lastreadas em atividades socioambientalmente positivas.
Idade: 39
Universidade que cursou: Universidade de São Paulo
Formação: Mestrado
Área: Ecologia de Agroecossistemas
 

Monografia

Autor: Camila Lourdes da Silva
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: A implantação, operação e expansão dos aeroportos são consideradas atividades potencialmente causadoras de grandes impactos ao meio ambiente. Elas desencadeiam processos erosivos, desmatamentos e danos a corpos hídricos. Estudos relacionados à erosão do solo e à fragmentação da vegetação ainda são escassos em ambientes aeroportuários. O presente trabalho tem como objetivo identificar, mapear e estimar os impactos ambientais sobre a vegetação nativa e os solos nos anos de 2003, 2009 e 2013 no Aeroporto Internacional de Brasília - Presidente Juscelino Kubitschek e seu entorno (2 km), período em que muitas obras de expansão foram realizadas. Foram utilizadas imagens de satélite de alta resolução espacial, Sistema de Informação Geográfica e levantamentos de campo. Para identificar as áreas suscetíveis à erosão, foi utilizada a Equação Universal de Perda de Solo – EUPS. A alteração e análise da fragmentação de vegetação foram estimadas utilizando os índices de estrutura da paisagem, considerando três grupos de influência dos impactos: área total, área do aeroporto e área do entorno. Os resultados da EUPS mostraram que a área de estudo apresentou baixa perda de solos nos três anos analisados (inferior a 10 t ha-1 ano-1). Para esse parâmetro, o comportamento foi bastante similar no período de estudo, apresentando um aumento de 0,05 a 0,25 t ha-1 ano-1 para a área do aeroporto no ano de 2003. A partir da análise da situação da vegetação nativa remanescente, foi observado que existem diferenças substanciais entre áreas analisadas, com destaque para a área do aeroporto. Dentre os índices avaliados, destaca-se a redução na Área de Classe (CA) e o aumento na distância média do vizinho mais próximo entre os fragmentos (MNN) para os três anos. Isso significa que a vegetação da área estudada está ficando mais isolada e que o tamanho das manchas está diminuindo, aparentemente provocadas pelas obras de ampliação do aeroporto. A partir da análise dos índices de área de Classe (CA) e Tamanho Médio dos Fragmentos (MPS) para a área do entorno, foi possível perceber que a urbanização em volta do aeroporto está crescendo, mostrando que os impactos gerados pela antropização também ocasionaram fragmentação na vegetação, pois ambos os índices diminuíram para os três anos analisados. Dessa forma, ressalta-se a importância desse estudo para auxiliar na composição da caracterização temporal da área do aeroporto e entorno visando facilitar futuras análises.
Idade: 30 
Universidade que cursou: Universidade de Brasília
Formação: Pós-graduação 
Área: Conservação da natureza

Monografia | Resumo

Autora: Ione Augusto da Silva Sales
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: O território Brasileiro foi divulgado através da carta que o escrivão de Portugal, Pero Vaz de Caminha (1450-1500), escreveu ao rei D. Manuel em Portugal, relatando a descoberta da nova terra , usando uma escrita poética ao narrar a beleza das matas que circunvizinha o litoral, a ética envolta em gentilezas ao descrever os personagens que andavam despidos pela imensidão das praias, o desprendimento materialista ao afirmar que o melhor fruto que se possa tirar dessa terra era salvar esta gente que aqui vivi, e por fim o respeito a hierarquia vigente sempre reverenciando dados e informações maiores ao capitão da esquadra.Desperta a curiosidade de uns, o cuidado de alguns e a ambição de outros na exploração das riquezas divulgadas,principalmente a floresta. Diante desta realidade nasce a necessidade da elaboração de leis em prol da devesa do território Brasileiro juntamente a toda riqueza que o mesmo ostentava. O presente estudo fez um paralelo do Regimento do pau-brasil 1605 e o Novo Código Florestal Brasileiro lei nº 12 651 25/05/2012 , através de análise bibliográfica,descritivo-exploratório utilizando o resgate histórico, documental e mapas.
Idade: 51
Universidade que cursou: Faculdade Católica de Anápolis
Formação: Especialização
Área: Docência Universitária

Monografia

Autora: Lyvia Julienne Sousa Rego
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: A comercialização dos produtos florestais não madeireiros, como da amêndoa de cumaru, contribui como fonte de renda para muitas famílias da região norte do Brasil, especialmente no estado do Pará. O Pará é o maior produtor de amêndoa de cumaru (Dipteryx spp), cujo maior volume encontra-se no município de Alenquer. Muitos produtores deste município estão introduzindo no cultivo da mandioca esta espécie, em razão da sua frutificação precoce, 3 ou 4 anos de idade. Torna-se necessário comprovar se o mercado é favorável para investir nesse produto e se é viável economicamente colher esta matéria-prima em algum sistema de produção. Este trabalho avalia economicamente a produção da amêndoa de cumaru em sistemas agroflorestais (SAFs) e sua comercialização no município de Alenquer e Santarém no estado do Pará. A caracterização da comercialização baseou-se em informações das entrevistas com agentes mercantis (feirantes, varejistas, atacadistas) e consumidores. A análise econômica do consórcio de cumaru com mandioca, com espaçamentos diferentes (SAF A 6m x 6m e SAF B 10m x10m), baseou-se em critérios econômicos de projetos florestais, utilizando fluxo de caixa para dois horizontes de planejamento (dez e vinte anos). Verificou-se a sensibilidade da influência dos preços da mão de obra, do quilo da amêndoa, do quilo da farinha de mandioca e da taxa de juros sobre valor presente líquido (VPL). A comercialização do cumaru é exercida há muitos anos, praticada na maioria por homens, predominando a idade média superior a 35 anos, escolaridade de baixa à alta, capaz de empregar até dez funcionários por estabelecimento. A amêndoa foi vendida frequentemente aos consumidores, porém os comerciantes encontraram dificuldades em comprá-la com boa qualidade. As amêndoas são destinadas para Santarém, Belém, São Paulo, Japão, EUA e países da Europa. Os consumidores na maior parte de baixa renda e mulheres optaram pela amêndoa in natura principalmente para curar enfermidades, estão dispostos a pagar mais pela mesma, caso seja colhida de forma sustentável. Os SAFs são economicamente viáveis e remuneraram a mão de obra familiar. As atividades de beneficiamento elevaram os custos. A receita da mandioca amortizou os custos de implantação do sistema. Após a saída da mandioca, a colheita do cumaru proporcionou grandes retornos econômicos. O SAF A com menor espaçamento mostrou-se mais atrativo com benefício periódico equivalente de R$4.557,91.ha-1 em 20 anos. O VPL foi mais sensível ás variações do preço da farinha e da amêndoa. O comércio do cumaru acrescenta a renda dos comerciantes e seu uso tem a preferência dos consumidores. É notório o potencial econômico dessa forma de produção no estado do Pará, porém é fundamental apoiá-la fornecendo assistência técnica, extensão florestal e novas tecnologias. A fim de aperfeiçoar e ampliar a produção, alavancar o comércio, assegurar o aproveitamento sustentável desse recurso florestal e desenvolver a economia regional, visto que seu retorno financeiro difere de outros projetos florestais por ser de curto ou médio prazo."
Idade: 25
Universidade que cursou: Universidade Federal de Viçosa
Formação: Mestrado
Área: Ciência Florestal

Monografia

Autor: Eduardo André Tillmann
Subtema: Concessões Florestais
Resumo: As florestas possuem papel fundamental dentro de um ecossistema, elas são capazes de regular a qualidade do ar, o fluxo das águas e o clima. É no sentido de protegê-las, evitando a degradação e a devastação pela ocupação desordenada e, ao mesmo tempo, viabilizar sua gestão sustentável que surgem as concessões florestais. Este estudo tem como objetivo analisar, sob a ótica da teoria econômica da informação, os aspectos mais relevantes para a formação das concessões florestais no Brasil e aplicar um modelo que considera a presença de incerteza e dificuldade de monitoramento para a concessão da Floresta Nacional do Jamari. Os resultados apontam para a importância das instituições frente o controle das concessões florestais. Mais especificamente, o estudo chama atenção para a relação entre o monitoramento e a multa que é aplicada nos casos onde a extração ilegal é detectada, para que haja alinhamento de interesses e a subsequente adoção do manejo sustentável.
Idade: 29
Universidade que cursou: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Formação: Especialização Área: Economia

Monografia | Resumo

Autor: Edson Struminski
Subtema: Mercados Florestais
Resumo: O objetivo principal desta monografia é realizar uma ampla e atualizada análise do Setor Florestal paranaense, através de pesquisa bibliográfica. Avaliam-se aspectos históricos dos sistemas produtivos florestais, a exploração das florestas nativas; a implantação de reflorestamentos com exóticas, o surgimento da pesquisa florestal; novos mercados para florestas; produtos madeireiros e não madeireiros e tendências de uso do território por novos mercados. Conclui-se que o Setor Florestal paranaense tem maturidade e dinâmica, mas desafios para incorporar a produção familiar.
Idade: 52
Universidade que cursou: Universidade Federal do Paraná
Formação: Doutorado
Área: Meio Ambiente e Desenvolvimento

Monografia | Resumo

Autor: Jorge Ribeiro
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: Os principais objetivos da monografia foram: avaliar os desafios relacionados à oferta de madeira sustentável de origem nativa da Amazônia brasileira; indicar alternativas para superar esses desafios; apontar oportunidades existentes e iniciativas em andamento que possam impactar esse segmento.
O estudo é do tipo exploratório, com busca de informações em diversas fontes e utilização de diferentes métodos: fontes bibliográficas, sites e conversas com atores chave do setor florestal. A idéia foi fazer uma pesquisa abrangente para identificar os principais fatores que impactam o segmento de madeira nativa. Uma limitação foi a escassez de dados sistematizados e de publicações sobre o tema.Na seção ""Porque Madeira"" são relatados os atributos positivos da madeira: entre eles absorção de CO2 pelas florestas e o fato de ser um material de construção renovável. Na seguinte, o contexto na exploração da madeira nativa na região.Em seguida, discutem-se a limitada adoção do manejo florestal sustentável e a baixa produtividade ao longo da cadeia produtiva. O bom manejo com impacto reduzido de exploração é exceção; a exploração continua concentrada em poucas espécies e a geração de resíduos na indústria é elevada. Nesse contexto negativo, apesar de sua pequena escala, se destaca o projeto PIMADS, voltado para melhor utilização dos recursos florestais na fabricação de pisos.Sugere-se a revisão de resoluções do Conama: a regionalização de alguns parâmetros do manejo florestal e aqueles do aproveitamento industrial da tora ajustados às diferentes espécies e usos. O mercado para madeira nativa tem caído ao longo dos últimos anos e as concessões florestais avançam em ritmo lento. A queda da demanda tem sido em função da retração de mercados importadores, do aumento do preço de espécies nobres e da substituição da madeira nativa pela de reflorestamento e outros materiais. A demanda tem sido suprida em grande parte por madeira ilegal devido a fragilidade do licenciamento e a baixa fiscalização. A SEMA-PA e a SEMA-MT estão contratando recursos do Fundo Amazônia para fortalecer seus sistemas de licenciamento e monitorar os planos de manejo através do sensoriamento remoto. Resta saber se esses esforços serão bem sucedidos e suficientes para reverter esse quadro de ilegalidade. Não se vê ainda nenhuma iniciativa do IBAMA. A concorrência da madeira ilegal e não sustentável inviabiliza empresários sérios do setor, desestimula a entrada de novos e também os investimentos em pesquisa, tecnologia, produtividade e novos produtos. Existem oportunidades para a madeira nativa no mercado interno principalmente em usos não temporários e construções horizontais. No mercado externo as maiores oportunidades são em pisos , molduras e decks, que dispõe de um parque industrial relativamente moderno. Entretanto, é bom ter em mente que as pressões contra a madeira ilegal estão se intensificando principalmente na Europa e nos EUA. As principais contribuições da monografia para o SFB estão na organização e análise de informações de diferentes fontes sobre madeira nativa e na análise atual da madeira ilegal, considerando o impacto dessa sobre os concessionários das florestas públicas.
Idade: 62
Universidade que cursou: Universidade de São Paulo
Formação: Mestrado
Área: Ambiental

Monografia

Autor: Crismeire Isbaex
Subtema: Comércio Internacional e inserção do setor florestal brasileiro
Resumo: Este estudo teve como objetivo avaliar e quantificar a influência da densidade do carvão vegetal nos custos de produção de Silício Metálico. Este estudo foi realizado em uma empresa de médio porte do segmento de Silício Metálico, localizada no município de Santos Dumont, Minas Gerais. Na primeira etapa, foi feito uma busca de literatura para identificar as influências da densidade do carvão vegetal no processo produtivo e sua participação nos custos de produção; na segunda, foram realizadas entrevistas com profissionais da empresa com delineamento descritivo e exploratório para compreender a importância do carvão vegetal dentro do processo produtivo. Na terceira etapa foi feito um levantamento de dados de custos de matéria prima, consumo de energia elétrica (MWh), consumo de cavaco (st), produção de silício (kg) e densidade à granel do carvão (kg/m³). Para identificar os efeitos da variação da densidade do carvão, foram construídos cenários e simulações, escolhidos dentro de um mesmo nível de consumo de energia elétrica, para captar prováveis custos de produção pela empresa. Na quarta etapa propôs-se diretrizes para o estabelecimento de uma política de remuneração para os produtores de carvão vegetal. Ao relacionar o consumo de energia elétrica com a quantidade produzida de silício (t/mês), obteve-se um gasto de 13,37 e 10,87MWh/t de Silício Metálico (Si-met.), ao usar uma densidade do carvão vegetal de 199 e 230kg/m³, respectivamente. Considerando o consumo intensivo de energia e a variação no preço desta, o valor da ineficiência dado o uso de um carvão de menor densidade pode significar um custo de R$6 milhões, quando há excesso de oferta de energia, e R$61 milhões, em período de crise energética. Verificou-se que quanto mais denso possível for o carvão vegetal, melhor e mais eficiente o processo produtivo do Silício Metálico, pois, diminuí a ocorrência de segregação de carga e formação de vazios; melhora a estabilidade estequiométrica dentro do forno; gera menos escória; e reduz o consumo de eletrodo e de energia elétrica. A densidade do carvão vegetal tem uma parcela de influência nos custos de matéria-prima e principalmente nos custos com energia elétrica. Quanto maior a densidade do carvão vegetal, maior a eficiência e maior a competitividade do silício metálico no mercado internacional. Quanto maior a inserção do setor produção de carvão vegetal nas metalsiderurgicas, maior a competitividade com o coque. Ao optar em utilizar um carvão de menor densidade a granel, a indústria pode deixar de ganhar em produtividade nos forno e em venda do excedente de energia elétrica e ainda, em oportunidade de estabelecer diretrizes para uma política de renumeração para o produtor florestal e carbonizador. 
Idade: 27 
Universidade que cursou: Universidade Federal de Viçosa
Formação: Mestrado 
Área: Ciência Florestal

Monografia


Autor: Marco Aurélio Paschoalin
Subtema: Novo Código Florestal
Resumo: A promoção do desenvolvimento sustentável pressupõe a eficácia de direitos humanos fundamentais de aplicação imediata, sobretudo, em defesa da vida e da existência digna, dentre outros, tratados nesta pesquisa, sob o panorama jurídico da política nacional de proteção do meio ambiente, achincalhado desde a Primeira Revolução Industrial, representada magistralmente por Charles Chaplin, de forma cinematográfica, em 1936, com sua clássica interpretação, de fazer uma comédia da trágica realidade humana, no caso, transformando a agricultura rudimentar, numa agricultura moderna, com alto poder de produção e exploração do homem e do meio ambiente, quando dois anos antes, a República do Brasil, instituiu o primeiro Código Florestal Brasileiro, devidamente positivado em 1965, pela Lei 4.771, com a suposta vontade de proteger as florestas do país, mas, eticamente, nunca foi cumprida, sob o famigerado ditado de uma Lei para inglês ver, não obstante, a História demonstra a capacidade humana de promover um desenvolvimento sustentável, respeitando os aspectos econômicos, ambientais e socioculturais, com normas inspiradas nos Direitos Humanos, que provocaram a reflexão dos legisladores, sobre a necessidade de positivação de áreas de preservação permanente, e, na abertura democrática, constitucionalizaram a questão ambiental, com olhos postos no progresso de modernas técnicas de comércio, indústria e agricultura, favorecendo o aumento populacional, sem, contudo, qualquer proteção do meio ambiente, a qual o Novo Código Florestal nada evoluiu, já que, na prática, nada melhorou do antigo Código, de 50 (cinquenta) anos atrás, se limitando apenas a ratificar as normas existentes, que nunca foram respeitadas, demonstrando que cabe ao povo brasileiro, fiscalizar e lutar por suas melhores condições de vida no mundo.
Idade: 54
Universidade que cursou: Universidade Federal de Juiz de Fora
Formação: Bacharel
Área: Engenharia Civil

Monografia

Autor: José Rodrigues Carvalheiro Neto
Subtema: Sistema Tributário do Setor Florestal
Resumo: O desenvolvimento sustentável das cidades é indispensável para garantia da qualidade de vida das gerações futuras. Para que possa desenvolver um modelo de cidade ideal são necessário que o Estado tenha investimentos em seu caixa para produzir políticas públicas voltadas às práticas sustentáveis. Afinal, desenvolvimento econômico deve estar interligado ao meio ambiente, devendo, ambos, receberem tratamento em conjunto, evitando-se políticas desvinculadas, já que fazem parte de um sistema de causa e efeito. Objetivando a redução de impactos ambientais causados pela exploração econômica, a política fiscal de incentivos poderá ser eficaz na preservação ou na diminuição dos problemas ambientais que oneram toda a sociedade. Como a dignidade humana é um dos fundamentos do Estado Democrático Brasileiro, acaba se refletindo na garantia de se viver em meio ambiente equilibrado, em que a defesa da vida com qualidade deve primar como pressuposto para o alcance dos demais direitos. Para isso aconteça o sistema tributário apresenta um mecanismo eficaz para ser utilizado pelos Gestores Públicos com o intuito de preservar o meio ambiente. O tema proposto pretende mostrar como a legislação tributária nacional pode influenciar junto ao Setor Ambiental criando mecanismos sustentáveis, pois, o Brasil tem peculiaridades que sugerem regras e preocupações específicas no tocante à tributação verde e, por isso, a preocupação ambiental não pode se restringir à redução de emissão de gases provocadores do efeito estufa. Deve, também, relacionar-se com a preservação da biodiversidade, a proteção dos cursos hídricos contra emissões poluentes e a reciclagem de insumos metálicos e plásticos. O Objetivo deste trabalho é conceituar sustentabilidade e sistema tributário, enumerar os principais princípios ambientais e ainda descrever os impostos principais em âmbito municipal visando contribuir para a criação de leis tributária que tenham o enfoque na área ambiental para ser aplicada aos Estados e Municípios. Este artigo propôs discutir a questão do desenvolvimento sustentável, o sistema tributário com julgados dos Tribunais e os principais exemplos a serem aplicados para a implantação de uma política voltada a minimizar os danos ambientais. A base de dados esta alicerçada em pesquisa bibliográfica é sobremaneira qualitativa, buscando identificar como a questão tributária pode influir na preservação do meio ambiente. Apresenta a pesquisa bibliográfica como um procedimento metodológico que se oferece ao pesquisador como uma possibilidade na busca de soluções para seu problema de pesquisa. Para tanto, parte da necessidade de exposição do método científico escolhido pelo pesquisador; expõe as formas de construção do desenho metodológico e a escolha dos procedimentos; e demonstra como se configura a apresentação e análise dos dados obtidos que poderão servir de referência para que Estados e Municípios estejam preparados para observar a buscar a harmonia entre arrecadar e preservar.
Idade: 46
Universidade que cursou: Fundação de Ensinos Octavio Bastos
Formação: Bacharel
Área: Direito

Monografia
 

Autor: Caio Alencar da Silva Macedo
Subtema: Economia e Mercado Florestal
Resumo: A atividade florestal representa uma das mais promissoras fronteiras do agronegócio brasileiro. Os avanços tecnológicos e de manejo técnico, permitiram o aumento da produtividade e redução do ciclo de produção, fazendo com que o Brasil ocupe, em 2010, a 8ª posição em área de florestas cultivadas e apresente a maior expansão de área plantada dos últimos 6 anos. No entanto, o aumento dos custos de produção vem reduzindo, nos últimos anos, a capacidade competitiva do país e, consequentemente, a rentabilidade do produtor florestal. Com o objetivo de analisar a viabilidade econômica da produção de eucalipto para lenha em pé no Estado de Minas Gerais, buscou-se a determinação de um modelo referencial de cultivo que demonstra, em diversos cenários, a atratividade do uso de recursos de terceiros para a implantação da produção florestal em relação ao uso de recursos próprios. Assim, com o impacto na viabilidade do projeto e a variação das receitas, custos de produção, taxas de juros do financiamento e inflação do setor. O estudo demonstrou ser viável, pela análise determinística dos indicadores de viabilidade econômica (VPL, VAE, TIR, MTIR, B/C) para o modelo de cultivo, o investimento na implantação e manutenção da atividade, com recursos próprios e de terceiros. Os resultados deste trabalho estão limitados ao modelo referencial adotado, assim como os dados apurados pelas órgãos e instituições de oficiais de pesquisa. Sendo que no caso do uso de recursos de terceiros, o VPL do financiamento tem uma participação de 23% a 27% no VPL total do projeto, destacando-se o impacto dos juros do Pronaf ECO. A análise de sensibilidade demonstrou que o aumento do “Índice de inflação” pode aumentar o VPL de projetos com recursos de terceiros em até 45%. Pelos resultados, observou-se ainda que a participação do crédito subsidiado, no VPL total do projeto com recursos de terceiros, pode aumentar, caso haja redução na receita futura esperada ou aumento nos custos de implantação e manutenção do empreendimento florestal. O trabalho possui ainda como contribuição ao Serviço Florestal Brasileiro a composição de informações para a demanda de modelos de cultivo florestal que demonstrem viabilidade econômica para o produtor florestal, assim como o impacto na remuneração de projetos com recursos oriundos de financiamentos florestais.
Idade: 31
Universidade que cursou: Universidade Federal do Paraná
Formação: Especialização
Área: Ciências Florestais - Gestão Ambiental

Monografia
 

Autor: Luanna Dessebesell 
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: O aproveitamento da biomassa para geração de energia tem sido pauta de discussões quanto a alternativas para suprir as demandas mundiais. Estudos econômicos e ambientais quanto ao aproveitamento energético de resíduos no Brasil são de grande valia pois o país têm se destacado no cenário mundial como potencial produtor de bioprodutos para fins energéticos. O aproveitamento de resíduos florestais recebe destaque, também, por ser uma fonte renovável de energia. O uso de resíduos florestais, como a serragem, para a produção de pellets traz vantagens em comparação ao uso do resíduo na forma original. Os pellets apresentam maior energia por unidade de volume, devido ao menor teor de umidade e ao processo de compressão a que o resíduo é submetido. Portanto, nesse estudo foram discutidos os aspectos ambientais e sociais e a viabilidade econômica da produção de pellets a partir da serragem produzida na BHRP. Através do volume de madeira processada e do número de serrarias, estimou-se o montante em toneladas de serragem. Para a caracterização da serragem foram coletadas amostras e analisadas a composição química elementar e imediata. Como critérios de avaliação econômica utilizou-se o VPL, TIR, CMPr, MC e PE(q). O montante de serragem disponível diariamente na Bacia foi estimado em 69,82 toneladas, que pode produzir 11.733,12 toneladas de pellets anualmente. A avaliação econômica demonstrou que o investimento é viável, resultando em um VPL de R$ 4,72 milhões e uma TIR de 34,59%, para um fluxo de caixa de 10 anos e uma TMA de 10,90% a.a. O CMPr foi de R$ 153,77 t, a biomassa e a depreciação compõe a maior fatia do CMPr. Havendo maior disponibilidade de biomassa a planta pode aumentar os turnos de operação, aumentando a produção e tornando o investimento ainda mais atrativo. A MC foi de 2,66 milhões R$.ano-1 e o PE(q) foi de 5444,4 t.ano-1. A produção de pellets na BHRP caracterizou-se sustentável, porque revela-se viável econômica, social e ambientalmente, demonstrando-se um potencial investimento no setor florestal na BHRP.
Idade: 25
Universidade que cursou: Universidade Federal de Santa Maria
Formação: Bacharel
Área: Engenharia Florestal

Monografia | Resumo

Autor: Maximiliano Roncoletta
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: Este estudo se propôs a calcular o valor de uma fazenda de 1583 há no bioma Cerrado, no Estado do Tocantins, através da integração de projetos econômicos passíveis de execução nas áreas naturais juntamente com os projetos de agronegócio. Como critério de sustentabilidade para garantir a manutenção da biodiversidade rural foi adotado manter uma boa relação de áreas naturais e áreas de produção dentro dos limites da propriedade, relação esta de 1:0,78. O estudo se propôs escolher entre projetos de milho, soja, pecuária e o reflorestamento , gerando a obtenção do melhor projeto de agronegócio. Foi realizada a análise de fluxo de caixa descontado para cada projeto, a uma taxa de juros de 9,17%, com 14 anos de execução. OS dados obtidos mostram que o melhor projeto de agronegócio é a produção de soja, com VPL de R$2.324.696,00 e pay back descontado de 7,3 anos, índice de lucratividade de 1,98 e TIR de 20%. A estratégia para viabilizar economicamente as áreas naturais, foram os projetos de manejo florestal sustentável que obteve VPL de R$317.885,93 e pay back descontado de 3,15 anos e TIR de 23,54%, e o projeto de cotas de reserva ambiental (CRAs) que gerou um VPL de 84.780,64, pay back de 1,4 anos e TIR de 42%. Portanto para a fazenda estudada, os projetos com soja, manejo florestal e cotas de reserva ambiental (CRAs) geraram um valor presente líquido para propriedade estudada de R$2.727.363,17 para a propriedade estudada, um valor de R$1.717,48 por hectare na média. O estudo também fez simulações econômicas para pagamento de serviços ambientais para as áreas naturais. Um projeto de PSA água conservada que obteve um VPL de R$312.925,94, e um projeto pagamento de serviços ambientais (PSA) de carbono que gerou um VPL de R$13.823,26. Estes valores não são monetários, devido os mercados para estes serviços agroambientais ainda não estarem estabelecidos. Os benefícios monetários foram de R$376,86 por hectare de área de preservação permanente - APPs. Este valor pode ser tratado como o valor de um hectare de APP florestada e integra capaz de conservar água na região estudada. Pode-se afirmar que o custo de oportunidade da APP seja expresso a partir deste valor.
Idade: 43
Universidade que cursou: ESALQ-PECEGE-USP
Formação: Especialização
Área: Agronegócio

Monografia

Autor: João Daldegan Sobrinho
Subtema: Propostas para o Setor de Florestas Nativas
Resumo: À semelhança do PAA – Programa de Aquisição de Alimentos, que representou um grande avanço nas políticas voltadas à agricultura familiar com a promoção do desenvolvimento rural por meio das compras públicas, o Programa de Aquisição de Sementes e Mudas Florestais Nativas – subsídios para a elaboração de uma Política Pública nesta monografia apresentado e discutido – tem por finalidade incentivar a manutenção e a recuperação das florestas e a formação de bancos genéticos florestais, compreendendo ações de iniciativa pública vinculadas à produção e distribuição de sementes, mudas e outros propágulos florestais, com o objetivo de, para além da promoção da restauração do passivo ambiental, propiciar o uso econômico sustentável das áreas com ativo ambiental (florestal), assim valorizando-as.
Mesmo após as flexibilizações asseguradas pelo novo Código Florestal que diminuíram o passivo ambiental dos imóveis rurais, alguns milhões de hectares ainda terão que ser restaurados, especialmente as áreas de preservação permanente e mesmo as de reserva legal. Dessa forma, será necessário um volume considerável de sementes florestais nativas para efetivar essa recuperação. Todavia, não existe hoje no mercado uma comercialização expressiva de sementes ou mudas de espécies florestais nativas por parte das empresas produtoras de sementes, empresas estas, na sua maioria, voltadas à produção de sementes e mudas florestais em monocultivo de viés econômico.
Por outro lado, embora faltem empresas especializadas na comercialização de sementes florestais nativas, há hoje, no Brasil, Redes de Sementes que reúnem agricultores familiares e populações tradicionais organizados como coletores de sementes nativas. Observando suas dinâmicas, elaborou-se a presente proposta.
Proposta esta que sugere a criação de um mecanismo (uma política pública) que permita ao Poder Executivo (federal, estaduais e municipais), por um lado, comprar sementes nativas de forma desburocratizada de pequenos agricultores, indígenas, quilombolas etc. – que tenham florestas nativas em seus territórios –, para que essas sementes, por outro lado, possam ser doadas a outros agricultores que queiram ou precisem restaurar suas áreas de preservação permanente ou de reserva legal; ou mesmo na recuperação do próprio passivo ambiental sob responsabilidade governamental, cujas condições para tal deverão ter especial atenção do Serviço Florestal Brasileiro – SFB.
A instituição de um programa neste viés representaria uma oportunidade de aumentar a renda dos agricultores por meio do uso das áreas que foram preservadas e, consequentemente, promover mercados locais e regionais de mudas e sementes. Dessa forma, o programa valoriza as áreas florestadas das propriedades rurais uma vez que fortalece a coleta de sementes e a produção de mudas, que é uma das possibilidades de extrair renda da floresta em pé, um efetivo serviço ambiental. 
Em suma, a presente monografia tem o objetivo de suscitar a questão do déficit de sementes florestais nativas e a necessidade de se promover a estruturação de sua cadeia-produtiva. Acreditamos que a melhor maneira seja por meio de uma política pública específica para o setor, o que aqui defendemos e apresentamos os seus elementos fundacionais.
Idade: 50 
Universidade que cursou: Universidade Federal de Lavras 
Formação: Especialização 
Área: Especialista em planejamento e administração florestal

Monografia | Resumo

Autora: Flávia da Costa Limmer
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: Mesmo com a recente expansão do setor de petróleo e gás no Brasil o Poder Executivo Federal busca novas fontes energéticas. A atual Sociedade de Risco, modelo teórico proposto por Ulrich Beck, impõe a autonomia energética pautada em energias renováveis. O padrão baseado em combustíveis fósseis possui fragilidades, tanto ambientais quanto econômicas, uma vez que é extremamente poluente e está sujeito a flutuações do mercado internacional.O sistema normativo brasileiro reconhece a importância da economia para preservação ambiental e o desenvolvimento da sociedade. A própria Constituição da República de 1988 aponta para a necessidade de compatibilizar preservação ambiental com desenvolvimento econômico. De fato, embora a ordem econômica no Brasil seja norteada pelos princípios da livre concorrência e da livre iniciativa, a atuação do empresariado deve ser compatibilizada com os interesses ambientais e sociais, tal como transparece no artigo 170 da Constituição da República.Tal situação se agrava na modernização reflexiva, onde as formas tradicionais de geração de energia passam a ter seu papel e importância questionados. A Sociedade de Risco se traduz em uma pressão constante no direito e na economia. O empresariado também é chamado para colaborar com a solução da crise ambiental. A responsabilidade socioambiental da empresa passa a ser exigida como uma contrapartida pelos lucros obtidos, e esta deverá buscar contribuir com a ampliação das energias renováveis. Os princípios constitucionais ambientais, tais como o da cooperação, o do desenvolvimento sustentável e o do poluidor-pagador são vetores para a troca de padrão energético, com a adoção da geração de energia através da biomassa de resíduos. Este novo modelo é especialmente atrativo em razão do endurecimento legislativo sobre a questão do lixo, através da promulgação da Lei de Gestão de Resíduos Sólidos – Lei n° 10.305/2010.O presente trabalho visa analisar a possibilidade de exigência de projetos de geração de energia proveniente de biomassa de resíduos florestais nas concessões florestais. Procura-se mostrar que a biomassa de resíduos é uma alternativa viável, que pode gerar renda para o empresariado, diminuindo ou mesmo zerando a demanda energética do processo produtivo. Na mesma linha, os resíduos dos produtos madeireiros podem ser doados às populações tradicionais, solucionando a demanda energética das áreas com baixos índices de eletrificação. No contexto das licitações verdes, novo padrão a ser observado pelo Poder Público, um dos instrumentos que o Ministério do Meio Ambiente e o Serviço Florestal Brasileiro poderiam utilizar para impor a destinação dos resíduos florestais para a produção de energia oriunda de biomassa nas concessões florestais seria a inclusão desta regra em editais das próximas ofertas de concessão florestal, como se procura aprofundar no presente trabalho.O trabalho se insere no tema A Economia e Mercados Florestais, subtema Mercado Florestal, especialmente no tópico “o mercado para a energia da biomassa de origem florestal”; e indiretamente nos eixos “sustentabilidade: necessidade de tornar a competição mais justa e sustentável no mercado” e “a importância das florestas nativas e plantadas como alternativa para diversificar e ampliar a oferta energética brasileira”.
Idade: 37
Universidade que cursou: Universidade do Estado do Rio DE Janeiro
Formação: Doutorado
Área: Direito

Monografia

Autor: Francisco Junqueira Dausacker Bidone
Subtema: Concessões Florestais
Resumo: O desenvolvimento da Amazônia Legal e dos Estados que a compõe esteve, historicamente, sujeito as decisões autárquicas realizadas pelos governos que impuseram à Amazônia o seu domínio. Observando basicamente a lógica de apropriação do território e exploração dos seus vastos recursos naturais, os poderes dominantes constituídos nos últimos séculos não lograram até hoje garantir aos povos tradicionais ou mesmo aos volumosos imigrantes vindos de outras macrorregiões do País, o mesmo grau de desenvolvimento econômico e social a se observar nas regiões ditas mais avançadas do Brasil, como o Sul e Sudeste. Sendo assim, se faz necessário uma reversão paradigmática: o desenvolvimento amazônico não mais pode se alicerçar sob interesses exógenos aos anseios de sua população. E sim, fortalecer o ente local para que o mesmo possa determinar seu futuro. Assim, esta monografia parte da premissa de que as concessões de florestas públicas podem ser um instrumento de planejamento para o desenvolvimento local/regional. As concessões de florestas públicas emergem como uma possibilidade real de gestão florestal a partir da implantação da Lei 11.284 de 2006 – Lei de Gestão de Florestas Públicas. Dentro de sua concepção foram estabelecidas medidas que contemplam as populações sob o raio de influência dos espaços concessionados. Assim, entende-se que para que haja realmente um efeito irradiador dos efeitos positivos da exploração dos recursos naturais oriundos das concessões de florestas públicas, deve haver uma integração entre Empresa Concessionária – Sociedade Civil e o Estado. Para o empreendimento desta proposição, o presente trabalho utiliza o método de custo de uso de El Serafy como uma forma de gerar novos recursos a partir da exploração da madeira. Tais recursos devem ser destinados às populações residentes locais e investidos em capital fixo produtivo, capacitação, incremento de infraestrutura, dentre outros projetos. E que o emprego dos mesmos possam vir a garantir que, sob o Princípio da Precaução, caso às reservas de recursos naturais (no caso, a madeira) venham a se esgotar após os ciclos de exploração, as famílias residentes tenham ao longo do tempo já desenvolvido novas fontes de recursos. Assim, busca-se garantir a perenidade do progresso socioeconômico, não reproduzindo as mazelas deixadas por tantos outros projetos amazônicos que ao findar seu período exploratório não deixam nada na região a não ser pobreza e dificuldades aos seus residentes e imigrantes. Em suma, esta monografia parte da premissa de que as concessões devem contribuir para o desenvolvimento local, integrando esta noção à proposição do desenvolvimento “from below”. Em estudo de caso com dados da Floresta Nacional do Jamari e aplicando-os na equação preconizada por El Serafy, pode-se gerar os recursos que, aliado à outras políticas e medidas, podem alavancar o desenvolvimento socioeconômico da zonas de influência das concessões de florestas públicas.
Idade: 29
Universidade que cursou: Universidade Federal do Rio de Janeiro
Formação: Pós-graduação
Área: Engenharia de Produção

Monografia | Resumo

Autora: Stella Vannucci Lemos
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: A crescente preocupação com as questões ambientais e o apelo mundial para o desenvolvimento de variados tipos de energias alternativas, estimulam a participação cada vez maior de fontes renováveis de energia. Isso resulta na realização de estudos e pesquisas tecnológicas voltados para essa área e, em especial, com respeito a diversos aspectos econômicos como, por exemplo, a redução dos custos de geração dessas tecnologias, bem como a melhoria da rentabilidade econômica. Desta forma, o objetivo geral deste trabalho foi analisar economicamente, a partir de um estudo de caso, a influência do espaçamento e da adubação no custo de produção e a rentabilidade econômica do plantio de uma floresta de curta rotação de eucalipto. O estudo desenvolveu os seguintes objetivos específicos: (i) avaliação da rentabilidade econômica da produção de madeira em um plantio de eucalipto adensado; e, (ii) verificação de variáveis que possam contribuir para a melhoria da questão econômica-energética. Em termos de procedimentos metodológicos foi realizada, inicialmente, uma coleta de tempos das atividades envolvidas durante o processo de plantio, condução e desenvolvimento da área de florestas, dendrometria das árvores e análise de poder calorífico de cada tratamento. Houve, em seguida, a estimativa dos custos por intermédio da metodologia desenvolvida pela Companhia Nacional de Abastecimento (2010), obtendo os custos de produção da área de estudo. Finalmente, procedeu-se à avaliação econômica por meio da utilização de alguns dos principais critérios de análise de investimentos florestais, quais sejam, o Payback, o Payback direto e o método da Relação Benefício-Custo (RBC), no curto prazo, e o método do Valor Presente Líquido (VPL), o método do Valor Uniforme Líquido (VUL), bem como o método da Taxa Interna de Retorno (TIR), no longo prazo. Os resultados obtidos provaram que houve influência do espaçamento e da adubação na geração de energia, nos custos de produção e na rentabilidade econômica em povoamentos de curta rotação, e após o uso de ferramentas de viabilidade econômica, os tratamentos que obtiveram maior sucesso foram os tratamentos de espaçamento mais adensado e maior dose de adubação.
Idade: 25
Universidade que cursou: Universidade Estadual Paulista Julio Mesquita Filho
Formação: Mestrado
Área: Energia na Agricultura

Monografia

Autor: Homel Pedrosa Marques
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: Evidenciar que o Sistema Agroflorestal (SAF) implantado na unidade sítio rural da empresa é tecnologia ambiental sustentável inovadora. Ainda auxilia com a manutenção de estoque de carbono da floresta para compensação de créditos de carbono para empresas interessadas.
Foi reunida toda a gama de informações ambientais necessárias, no que diz respeito ao manejo dos recursos ambientais e a pontuais problemas de conformidade ambiental, legal ou de processos que exercem pressão ambiental na empresa perante os órgãos públicos. Ainda, toda a documentação da empresa no que diz respeito à gestão ambiental, conformidade legal, ambiental e de processos foi pesquisada. Realizou-se, ainda, coleta de água, solo e tecido vegetal, além de entrevistas e aplicação de questionários com os colaboradores na sede fabril da empresa e com os moradores locais próximos do sítio.
O desenvolvimento de Sistemas Agroflorestais (SAFs) vem despertando crescente interesse empresarial, graças principalmente aos benefícios de ordem ecológica e econômica que podem gerar nas regiões temperadas, subtropicais ou tropicais sub-úmidas, como as regiões Sul e Sudeste do Brasil. Diversas experiências recentes observaram que nos SAFs há uma tendência de aumento do estoque de carbono com o passar dos anos, o que é averiguado com base na observação de alguns indicadores no local do empreendimento.
Empresas que necessitam compensar as suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) têm nos SAFs alternativa econômica vantajosa, pois manter áreas de floresta tem baixo custo e geram impacto socioambiental positivo, pois esses sistemas geram emprego e renda nas localidades onde implementados e sensibilizam e conscientizam a sociedade de que a Sustentabilidade, por meio da Educação Ambiental formal ou informal, é importante.
Idade: 41
Universidade que cursou: Universidade Federal de São Carlos
Formação: Doutorado
Área: Sustentabilidade na Gestão Ambiental

Monografia | Resumo

 

Categoria Graduando

Autora: Ana Paula Assis Rocha
Subtema: Comércio Internacional e Inserção do Setor Florestal Brasileiro
Resumo: Esse trabalho teve como objetivo analisar o desempenho das exportações brasileiras de celulose e papel, de 1997 a 2011, pelos métodos Posição Relativa de mercado (PRM) e Constant-Market-Share (CMS), e confrontar o desempenho da indústria brasileira de celulose e papel com a de seus principais concorrentes no mercado internacional: Estados Unidos, China, Canadá, Suécia, Finlândia e Japão.
Os resultados obtidos permitiram concluir que o Brasil apresentou crescimento das exportações do segmento de papel e celulose e melhorou sua participação no mercado mundial devido principalmente ao aumento da sua competitividade. Embora o Canadá, a Suécia e a Finlândia sejam os países que possuem as maiores participações no mercado, os resultados mostram que o Brasil fica atrás apenas da China no que se refere ao crescimento efetivo das exportações, durante os anos estudados.
Esse crescimento da produção e das exportações pode ser explicado por um conjunto de fatores, dentre eles: políticas públicas adotadas para o setor, estabilização da economia, aumento dos investimentos, crescimento da renda, condições edafoclimáticas favoráveis à atividade florestal e tecnologia silvicultural avançada, fatores que permitiram ao Brasil tornar-se o quarto país mais participativo nas exportações mundiais do segmento de papel e celulose, dentre os países estudados."

Idade: 22
Universidade que cursou: Universidade Estadual de Santa Cruz
Formação: Bacharel
Área: Ciências Econômicas 

Monografia | Resumo

Autor: Ricardo de Souza
Subtema: Mercado Florestal
Resumo: Segurança ou certeza de retorno são aspectos procurados quando um investidor aplica seus recursos, para tanto avaliações antes desses investimentos se fazem necessárias; no que se refere a investimentos a área florestal tem atraído recursos, logo em um projeto florestal ter o conhecimento se as receitas são maiores que os custos e despesas e se há a existência de recursos suficientes demandados pelo projeto podem determinar a decisão do investidor, como também a gestão dessas e outras informações. Partindo desse princípio esta pesquisa teve por objetivo analisar a viabilidade econômico-financeira do manejo do ativo florestal: Eucalyptus, tomando como estudo de caso o estado de Goiás, fornecendo uma visão básica de como analisar um projeto florestal, fazer a gestão das informações e levantamentos dos dados necessários para possíveis investidores e gestores iniciantes. Podendo dividir os métodos de coleta de dados em duas vertentes, teóricos obtidos através de pesquisa bibliográfica, e práticos por meio de consultas, estudos e comparações junto aos órgãos competentes para a obtenção de informações. Para análise das informações foram utilizadas metodologias e técnicas padrões para a análise de investimentos, tais como: VPL, TIR e VET (no que se refere a projetos florestais). Observou-se respeitando as premissas estabelecidas nesta pesquisa a viabilidade econômico-financeira no Estado de Goiás quando o projeto foi manejado sobre a terra de tipo Pastagem e considerando um cenário de produtividade otimista, e taxa de atratividade de 11,64%, ou seja, o de maior receita e do tipo de terra menos oneroso (menor despesa).
Idade: 21
Universidade que cursou: Universidade Metodista de Piracicaba
Formação: Graduando
Área: Administração

Monografia | Resumo


 

Fim do conteúdo da página