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Metodologia - IFN

Última atualização em Segunda, 02 de Janeiro de 2017, 17h11

Sistema de Amostragem | Levantamento Socioambiental | Análise de Paisagem | Coleta de Dados Biofísicos | Lista de Variáveis | Documentos

Sistema de Amostragem

O sistema de amostragem do IFN consiste de pontos amostrais com uma distribuição segundo uma grade nacional estabelecida pelo Serviço Florestal Brasileiro.

A intensidade de amostragem do inventário é definida pela distância entre os pontos da Grade Nacional de Pontos Amostrais do IFN (GNPA) sobre um determinado território, o que determina o número de pontos a serem visitados, podendo variar segundo os objetivos de aplicação do IFN.

A grade nacional padrão do IFN consiste de pontos equidistantes em 20 km, denominada grade nacional padrão 20 km x 20 km. O adensamento da grade pode ser necessário para aplicações especiais, visando à representatividade das diferentes fitofisionomias e em inventários estaduais, municipais, dentre outras possibilidades. Esses adensamentos podem ser de 10 km x 10 km (grade 10), 5 km x 5 km (grade 5) ou mais.

A figura abaixo é uma representação esquemática da GNPA, ilustrando a distribuição dos pontos amostrais do IFN. No círculo inferior, está representado, como exemplo, o estado do Rio de Janeiro, com seus pontos amostrais determinados a partir da grade de 20 x 20 km (pontos em preto). Os pontos em vermelho constituem o adensamento na grade tal, com a finalidade de amostrar áreas de relevante interesse ecológico, tais como as unidades de conservação.

O processo de amostragem do IFN para a coleta de dados leva em conta as mudanças ambientais que podem ocorrer ao longo do tempo. Para isso, todos os pontos de amostragem serão revisitados em um ciclo proposto de cinco anos.

O processo de amostragem da Grade Nacional do Inventário Florestal Nacional (IFN) teve como objetivo a construção de uma grade amostral que:

a) Fosse aplicável a todo território nacional;
b) Mantivesse aproximadamente a equidistância de 20 km entre pontos amostrais;
c) Permitisse inserção e visualização em SIG (Sistema de Informações geográficas);
d) Assegurasse um intervalo fixo para a definição de pontos amostrais potenciais.

A determinação dessa grade amostral considerou que, ao longo da linha do Equador, 1˚ equivale à cerca de 110 km. Então, proporcionalmente, 20 km correspondem a, aproximadamente, 0,18˚. Dentro da divisão no sistema de coordenadas geodésicas, expressas em graus, minutos e segundos, gerou-se uma grade nacional com equidistância de 0,18°.

A grade amostral pode ser adensada para aplicações especiais, de acordo com as peculiaridades de cada região, e para cada caso existem diferentes níveis de adensamento de acordo com a seguinte tabela:

 

  Grade 20 Grade 10 Grade 5 Grade 2,5 Grade 1,25 Grade 0,625

Distância em Km (aproximada)                

20 10 5 2,5 1,25 0,625
Distância em graus 0,18° 0,09° 0,045° 0,0225° 0,01125° 0,005625°


Levantamento Socioambiental

O Componente Socioambiental do Inventário Florestal Nacional tem por objetivo gerar informações sobre o uso da floresta e a percepção das populações rurais em relação à existência, uso e conservação dos recursos florestais.

A metodologia adotada para a coleta de dados no Componente Socioambiental consiste em entrevista orientada por um formulário que contém questões sobre o uso de produtos e serviços da floresta, percepção ambiental, existência e importância das florestas plantadas, uso de bambu, conhecimento sobre política florestal e percepção sobre as mudanças climáticas. 

ifn metodologia conglomerado

As entrevistas serão realizadas com moradores do entorno dos conglomerados. Serão realizadas até quatro entrevistas no raio de 2 km a partir do ponto central do conglomerado (figura abaixo), conduzidas por dois dos cinco membros da equipe de campo do IFN. Antes do trabalho de campo os entrevistadores serão capacitados sobre como proceder na abordagem aos moradores de forma amistosa e segura, conduzir a entrevista com vistas à obtenção de informações não tendenciosas e preencher o formulário corretamente.

As informações produzidas pelo Componente Socioambiental do IFN-BR são importantes porque possibilitarão acompanhar o uso e a percepção das pessoas ao longo do tempo, melhorar e fortalecer as condições de uso sustentável das florestas, avaliar a efetividade da implementação de políticas públicas, subsidiar a formulação e adequação de normas e regulamentos, além de identificar demandas de pesquisa, novos usos de produtos e serviços da floresta e estratégias de agregação de valor ao uso sustentável das florestas.

  

Análise de Paisagem

Estudos em escala de paisagem têm adquirido importância fundamental, por permitirem a avaliação da dinâmica de uso e cobertura da terra e das interações entre padrões espaciais e processos ecológicos, envolvendo florestas e outros usos da terra, como a agricultura. 

A Embrapa Florestas e a Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Edmundo Gastal (FAPEG) estão desenvolvendo, em conjunto com o SFB e com o suporte da FAO (Food and Agriculture Organisation - ONU), metodologia para a análise da paisagem no contexto do IFN-BR. O objetivo desse componente dentro do projeto do IFN-BR, ao longo das diferentes edições, é observar a dinâmica de uso das florestas por meio de imagens orbitais, em escalas compatíveis com os interesses nacionais e estaduais e utilizando, para tanto, indicadores como mudanças no uso da terra e fragmentação florestal.

ifn metodologia imagem de paisagem

As chamadas Unidades de Amostra de Paisagem do IFN-BR (UAP) foram definidas como áreas de 100 km2, contendo uma unidade de campo (conglomerado) do IFN-BR localizada em seu centro geométrico.  Serão distribuídas a cada 40 km ao longo de todo o território nacional, perfazendo aproximadamente 5.500 UAP, ao passo que as unidades de campo serão dispostas a cada 20 km no terreno.  As UAP utilizarão imagens de sensoriamento remoto (sensores de alta e altíssima resolução) e dados auxiliares em seu mapeamento.

Para o desenvolvimento da metodologia, no momento, estão sendo testadas diferentes técnicas de sensoriamento remoto e a utilização de imagens RapidEye, disponibilizadas pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio do SFB. Como piloto do projeto, a Embrapa Florestas e o SFB selecionaram o estado do Paraná, por possuir características vegetacionais e de ocupação interessantes sob o ponto de vista do desenvolvimento de metodologias e por sua proximidade à equipe executora do projeto, facilitando viagens a campo para coleta de pontos de controle e outras informações.

 

 

Coleta de Dados Biofísicos

Sobre cada ponto da Grade Nacional de Pontos Amostrais (GNPA) é instalado um conglomerado. O conglomerado tem a forma da Cruz de Malta, constituído por quatro subunidades retangulares de área fixa, perpendiculares em relação ao seu ponto central, orientadas na direção dos pontos cardeais e numeradas de 1 a 4 (conforme figura abaixo):

ifn metodologia coleta de dados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

ifn metodologia coleta de dados2

O tamanho da subunidade está relacionado às características das florestas existentes nos biomas brasileiros. Assim, nos Biomas Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pantanal e Pampas, as subunidades terão área de 1.000 m² (20 m x 50 m), e no Bioma Amazônia, 2.000 m² (20 m x 100 m). Cada uma dessas subunidades será subdividida em subparcelas de 10 m x 10 m:

Os dados biofísicos a serem coletados nos conglomerados são de fundamental importância, pois são informações diretamente  relacionadas aos recursos florestais, como solo, necromassa, serrapilheira, classes de uso da terra e vegetação, as quais servirão de base para obtenção de informações mais complexas sobre os principais atributos da floresta nas diversas regiões do País.

1 - Coleta de dados de Necromassa: (galhos e troncos mortos em estado variável de decomposição): São instalados dois transectos de 10 m cada, um no sentido sudoeste/nordeste e outro no sentido sudeste/noroeste, correspondente a 45° em relação aos eixos perpendiculares das subunidades e coincidentes com o Ponto Central do conglomerado. Assim, todos os troncos e galhos maiores que 2,5 cm de diâmetro que cruzarem esses transectos ou a sua projeção vertical (galhos e troncos suspensos) têm o diâmetro medido e o nível de decomposição determinado.

2 - Coleta de dados de Serrapilheira: (restos de vegetação e de animais em diferentes estágios de decomposição, que recobrem o solo): São realizadas cinco medições de profundidade da serrapilheira. A primeira é feita o mais próximo possível do Ponto Central e as outras quatro medições são feitas em cada ponta dos transectos de necromassa.

3 - Coleta de dados de Solos: A coleta de amostras de solo é realizada nas profundidades de 0 a 20 cm e de 30 a 50 cm ,  contemplando os horizontes superficial e subsuperficial do solo. A coleta de solos é efetuada em um raio de até 5 m em relação ao Ponto Central do conglomerado. Para a análise de fertilidade, as amostras de solo a granel são coletadas com o trado tipo Holandês. Para análise de densidade, é realizada coleta de amostra indeformada com trado específico.  Em casos de solos extremamente arenosos, ou com pedras, ou muito compactados, quando se torna muito difícil o uso do trado, é realizada abertura de microperfis com enxada  para coleta de amostras de solo a granel e indeformadas, quando possível.

ifn metodologia coleta de dados calsse3

4 - Classificação de uso da terra: Os conglomerados são mapeados de acordo com as classes de uso da terra (figura 3). Essa classificação é feita em cada subunidade. Quando ocorre dentro de uma mesma subunidade mais de um tipo de uso, como floresta, agricultura, pastagem, entre outros, estes são mapeados nas subparcelas de 10 m x 10 m. Caso mais de um tipo de cobertura/uso da terra ou tipologia ocorra numa mesma subparcela 10 m x 10 m deverá ser considerado aquele que ocorra em maior extensão na subparcela.

5 - Presença de tocos: Se a coleta de dados for realizada em área com vegetação nativa, é registrada a presença de tocos de árvores derrubadas.

6 - Coleta de dados de vegetação: Nas quatro subunidades de cada conglomerado são medidos e identificados todos os indivíduos arbóreos com DAP ≥ 10 cm (Diâmetro à Altura do Peito ≥ 10 cm) e todos os indivíduos de bambu. Na última subparcela de 10 m x 10 m (subparcela 10), também são medidos os indivíduos com DAP entre 5 e 10 cm (5 cm ≤ DAP < 10 cm). Nessa mesma subparcela (10), é demarcada uma subparcela de 5 m x 5 m, onde é avaliada a regeneração natural. Nesse caso, são medidos e identificados os indivíduos com altura menor ou igual a 1,3 m e DAP < 5 cm. Nos extremos das subunidades (subparcelas 1, 2, 9 e 10), ainda são demarcados quatro quadrantes de 0,4 m x 0,6 m, onde é avaliada a cobertura de plantas herbáceas e indicada a espécie dominante.

Todo o processo de coleta de dados de vegetação é acompanhado de coleta de material botânico. Esse material é direcionado para herbários parceiros do IFN para identificação botânica por especialistas.

Nível Dimensões(m) Lmites de Inclusão Bioma
I 0,4 x 0,6  Herbácea

Todos 

II

5 x 5 h ≥ 1,3 m e DAP < 5 cm Todos

III

10x 10 5 cm ≤ DAP < 10 cm Todos
IV 20 x 50 DAP ≥ 10 cm Todos
V 20 x 50 Bambu Todos
VI 20 x 100 DAP ≥ 40 cm Amazônia

 

Os indivíduos arbóreos que atingem o limite de inclusão têm as seguintes informações medidas e registradas: O diâmetro à altura do peito (DAP), altura total (HT), altura do fuste (HF), sanidade da árvore (SA), qualidade do fuste (QF) e posição sociológica (PS).

ifn metodologia medicao DAP

O DAP é a principal variável biométrica do IFN. O DAP é medido a 1,30 m acima do nível do solo. A altura total (HT) é a distância vertical tomada desde o nível do solo até o ápice da árvore. E a altura do fuste (HF) é a distância vertical tomada desde o nível do solo até a base da copa da árvore.


A classificação de sanidade da árvore (SA) é feita com base em um código numérico correspondente a situação fitossanitária do indivíduo arbóreo. São eles:

1. Sadio, sem defeitos aparentes;
2. Estágio inicial de deterioração por pragas ou doenças;
3. Estágio avançado de deterioração por pragas ou doenças; e
4. Árvore morta em pé.

A qualidade do fuste (QF) está relacionada à aparência dos troncos, presença de galhos e de defeitos dos indivíduos arbóreos, e é classificada de acordo com os códigos especificados:

1. Fuste reto, cilíndrico e sem defeito aparente;
2. Fuste ligeiramente torto, porém cilíndrico e desprovido de ramificações consideráveis;
3. Fuste com forte tortuosidade;
4. Fuste quebrado, rachado.

A posição sociológica (PS) indica a posição que o indivíduo arbóreo ocupa em relação aos estratos da vegetação presentes na subunidade. A classificação adotada pelo IFN é a seguinte:

1. Emergente (estrato acima do superior);
2. Dominante (estrato superior);
3. Dominado (estrato inferior);
4. Sem estrato definido.

6.1 BambusTodos os bambus presentes nas subunidades são medidos e registrados. Em cada touceira são selecionados três colmos, para se medir o DAP e a altura. É também medida a circunferência, estimada a altura total, registrado o número de colmos e avaliada a sanidade das touceiras. As classes para sanidade das touceiras são:

1. Sadio, sem defeitos aparentes;
2. Presença de cupim ou podridão;
3. Presença simultânea de cupins ou podridão e furos ou danos visíveis;
4. Colmo morto em pé.

6.2 Árvores Fora da FlorestaO IFN também abrange o levantamento de Árvores Fora-da-Floresta (AFF). As AFF’s são aquelas árvores que ocorrem de forma isolada, localizadas em áreas definidas como não-floresta, espalhadas em campos e pastagens, áreas agrícolas, ao longo de estradas, ferrovias, rios, córregos ou canais. Assim, se estas árvores estiverem localizadas dentro das subunidades, elas são medidas e registradas, como as demais árvores de florestas.

6.3 Presença de Epífitas: Na primeira e na última árvore amostradas, é registrada a presença de epífitas, e em qual bifurcação da árvore a epífita ocorre:

ifn metodologia levantamento epifitas

 

 

 

 

 

Lista de Variáveis

O conjunto dos dados coletados em campo constitui o que chamamos de variáveis de campo do IFN. A escolha das variáveis a serem coletadas depende da facilidade de sua obtenção e obviamente das informações que elas poderão fornecer direta ou indiretamente.

Nesta primeira versão do IFN serão coletadas variáveis biofísicas, que buscam fornecer informações sobre a dinâmica das florestas, variáveis socioambientais, que procuram subsidiar a interpretação da importância das florestas para a população que vive em seu entorno, e, finalmente, as variáveis administrativas, a serem utilizadas no monitoramento do desenvolvimento dos trabalhos de campo.

Algumas variáveis básicas

  • DAP (Diâmetro à Altura do Peito)
  • Altura total
  • Altura comercial
  • Espécies
  • Amostra de solos
  • Fitossanidade (presença/ausência de cupins, podridões ou ocos)
  • Classe de uso
  • Posição sociológica
  • Espessura da serrapilheira 
  • Necromassa

Algumas variáveis derivadas

  • Volume individual
  • Volume por unidade de área
  • Área basal
  • Biomassa verde
  • Biomassa seca
  • Altura da copa

Alguns resultados

  • Volume total/hectare
  • Volume comercial/hectare
  • Número de árvores por classe de DAP
  • Número de espécies
  • Lista de espécies
  • Índices de diversidade

Algumas informações do IFN

  • Área de florestas
  • Estoque de madeira
  • Estoque de biomassa
  • Estoque de carbono
  • Composição do solo
  • Densidade do solo
  • Ocorrência de espécies invasoras
  • Ocorrência de espécies ameaçadas
  • Composição do solo: areia/silte/argila
  • Quantidade de árvores fora da floresta (AFF)
  • Nível de degradação florestal
  • Métricas de paisagem
  • Teor de carbono do solo
  • Estoque de carbono do solo
  • Área de outras classes de uso da terra

Alguns atributos temáticos das florestas

  • Composição
  • Estoque
  • Densidade
  • Estrutura
  • Estágio de desenvolvimento
  • Extensão
  • Qualidade do sítio
  • Produtividade
  • Integridade
  • Fragmentação

Elementos temáticos

Os resultados do processamento de dados do IFN são organizados em relatórios temáticos. Cada estado em que foi realizado o IFN elabora um relatório com os principais resultados, abrangendo os seguintes temas:

  • Extensão dos recursos florestais
  • Diversidade biológica das florestas
  • Saúde e vitalidade das florestas
  • Estoques das florestas
  • Funções socioambientais das florestas

Temas Relevantes

Os resultados do IFN fornecem informações que subsidiam discussões sobre temas muito relevantes tanto no âmbito local, nacional, como global, tais como:

  • Biodiversidade
  • Desertificação
  • Espécies ameaçadas
  • Floresta e gênero
  • Floresta e água
  • Mudanças climáticas
  • REDD+ (Redução de Emissões provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal)
  • Política florestal
  • Código florestal
  • PIB verde
  • PFNM (Manejo de Produtos Florestais Não Madeireiros)
  • Floresta e redução da pobreza
  • Serviços ambientais
  • Degradação florestal

Aplicações Nacionais

  • Relatórios temáticos/unidade da federação
  • Florestamento e reflorestamento
  • Estatísticas nacionais
  • CAR (Cadastro Ambiental Rural)
  • ABC (Agricultura de Baixo Carbono)
  • PPCDAM (Plano para Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal)
  • Programa de restauração
  • Novas políticas públicas
  • Metas nacionais

Aplicações Subnacionais

As informações subsidiarão a gestão dos recursos florestais, não somente em nível nacional, mas nas escalas regionais e locais:

  • Gestão Estadual
  • Gestão Municipal
  • ZEE (Zoneamento Ecológico Econômico)
  • Planejamento regional
  • Pesquisa científica
  • Investimento setor privado
  • Projetos REDD+
  • Estudos regionais
  • Disponibilização de dados
  • Análise de paisagem

Aplicações internacionais

As informações geradas pelo IFN também alimentarão relatórios de convenções internacionais dos quais o Brasil é signatário, tais como:

  • UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima)
  • CDB (Convenção da Diversidade Biológica)
  • CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção)
  • UNCCD (Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca)

 

Documentos:

Manual de Campo

Considerando-se a necessidade de padronização da metodologia dos procedimentos e especificações técnicas para fins de execução dos serviços do Inventário Florestal Nacional o Conselho Diretor do Serviço Florestal Brasileiro, resolve: Instituir o Manual de Campo através da Resolução n° 23 de 18 de fevereiro de 2014, publicado no Diário Oficial da União – DOU de 20 de fevereiro de 2014.

 Manual de Campo 

 

Formulários de Campo

 Lista de Formulários

 Orientações Para Preenchimento dos Formulário de Campo

 Formulário F1: Ponto de Origem

 Formulário F2: Croqui de Acesso

 Formulário F3: Acesso, Avaliações e Demarcação do Ponto Central do Conglomerado

 Formulário F4: Medição de Necromassa e Serrapilheira e Coleta de Solos

 Formulário F5: Delimitações e Avaliações nas Subunidades

 Formulário F6: Medições na Subunidade Completa de 20m X 50 m

 Formulário F7: Levantamento de Bambus

 Formulário F8: Avaliação de Regeneração Natural

 Formulário F9: Levantamento de Herbáceas

 Formulário F10: Avaliação Geral do Conglomerado

 Formulário F11: Observações de Campo

 Formulário F12: Registro de Material Botânico

 Formulário F13: Registro de Envio e Recebimento do Material Botânico

 Formulário F14: Questionário LSA

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