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Brasília, 23 de Julho de 2014

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Florestas Comunitárias

Manejo Comunitário na Amazônia

Comunitário retira látex de massaranduba

Comunitário retira látex de massaranduba

Para subsidiar as ações de gestão e de fomento contidas no Programa Federal de Manejo Florestal Comunitário e Familiar, o Serviço Florestal Brasileiro, com apoio da Agência de Cooperação Técnica Alemã (GTZ), demandou ao Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON) um levantamento das iniciativas de Manejo Florestal Comunitário e Familiar (MFCF) existentes em seis estados da Amazônia Legal: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Rondônia. Estes estados geraram juntos 72% do Produto Interno Bruto da região, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Realizado no biênio 2009/2010, o levantamento identificou 1.213 iniciativas de MFCF das quais 902 iniciativas lidam com manejo florestal madeireiro e, pelo menos, 325 lidam com produtos florestais não-madeireiros (PFNMs). Em relação aos PFNMs, o estudo considerou as seguintes espécies: açaí, andiroba, babaçu, buriti, castanha-do-brasil, copaíba e seringueira. Justifica-se a escolha, uma vez que estas espécies foram responsáveis por 48,4% dos R$ 635,7 milhões gerados por PFNMs em 2008, segundo dados do IBGE.

No levantamento, foram consideradas iniciativas de MFCF as atividades executadas ou geridas por pequenos produtores, (agro) extrativistas

Veja:

ou povos tradicionais, por meio de boas práticas de manejo e em regime comunitário ou individual (familiar) de execução ou gestão. As experiências também deveriam estar execução ou, estando inativa, deveriam ter estado em operação dentro dos últimos cinco anos (entre 2005 e 2009) e apresentarem um potencial para reativação.

O Amazonas foi o estado com maior número de iniciativas de MFCF madeireiro identificadas, seguido pelo Pará, Acre, Rondônia e Amapá, respectivamente. Nenhum caso de MFCF madeireiro foi detectado no estado do Maranhão. Quanto aos PFNMs, o Pará liderou em número de iniciativas de MFCF, seguido pelo Amazonas, Acre e Maranhão (empatados), Rondônia e Amapá, respectivamente.

As espécies florestais de uso não-madeireiro mais presentes nas iniciativas de MFCF foram, respectivamente: o açaí, a castanha-do-brasil e o látex da seringueira, seguidos pelo buriti, copaíba e andiroba e, em último lugar, com menor número de iniciativas identificadas, o babaçu. Em valores absolutos, o Pará foi o estado com o maior número de iniciativas de MFCF registradas para cinco dentre as seis espécies-alvo – açaí, andiroba, buriti, castanha-do-brasil e látex. Apenas para o babaçu, o Maranhão foi o estado líder em número de iniciativas.

Sobre a pesquisa

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