Serviço Florestal Brasileiro - SFB

Censipam e Serviço Florestal Brasileiro buscam acordo de cooperação

  • Última atualização em Quinta, 06 de Fevereiro de 2020, 14h34

Por Censipam 

2020 01 17 censipamA intenção é que o Serviço Florestal Brasileiro utilize ferramenta desenvolvida pelo Censipam para monitorar contratos de manejo de florestas públicas

Brasília, 17/01/2020 – A diretoria do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) conheceu, nesta quinta-feira (16/1), em Brasília (DF), projetos desenvolvidos pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) visando ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O diretor-geral do SFB, Valdir Colatto, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e membros da diretoria conheceram as ferramentas desenvolvidas pelo Censipam para monitorar o desmatamento na Amazônia.

Em 2018, o Censipam validou metodologia inédita no mundo para detecção automática da extração seletiva de madeira por meio de imagens de radar de abertura sintética (SAR). O teste de campo foi realizado em área de exploração legal de madeira concedida pelo SFB por meio de licitação.

Utilizando imagens de alta resolução, a metodologia é capaz de identificar pequenos distúrbios na floresta e mostrar a extração de cada árvore individualmente. Desde 2019, o Censipam está fazendo novos testes com a constelação de microssatélites da empresa finlandesa ICEYE.

2020 01 17 censipam1A intenção é que o SFB utilize a ferramenta para monitorar contratos de concessão de Florestas Nacionais. Para o Serviço Florestal, será possível verificar se o concessionário está realizando o manejo dentro dos limites da autorização e identificar eventuais invasões nas áreas de florestas públicas.

O diretor-geral do Censipam, José Hugo Volkmer, reforçou a necessidade de concretização de acordo de cooperação técnica para dar prosseguimento à parceria entre as instituições. “Estamos à disposição para atender o Serviço Florestal no que precisarem”, afirmou.

“Precisamos de insumos e dados que vocês produzem para realizar nossas análises e definir questões importantes sobre a reforma territorial no país”, disse o diretor-geral do SFB.

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